terça-feira, 31 de janeiro de 2012

2 Coelhos



Antes de mais nada, é importante lembrar que esse papo de “eu odeio cinema nacional” já está completamente sem sentido e ultrapassado. E o argumento “esse filme é tão legal, parece americano” usado para algumas produções brasileiras é completamente repulsivo. 2 Coelhos é um bom filme, independente de de fontes de inspiração e influência, e esse é o ponto importante.

O longa conta a história de Edgard, que, cansado da monotonia de sua vida, elabora um plano para confrontar criminosos e políticos corruptos que estão atrás de uma grande quantia de dinheiro. Com o decorrer do longa e a colisão das tramas paralelas, percebemos que o sedentário protagonista pode ter mais intenções do que as primeiras imaginadas.

É a estreia nos cinemas do diretor Afonso Poyart, que se apoia em um roteiro cheio de reviravoltas e um elenco muito bom, que faz toda a diferença no longa. Fernando Alves Pinto, Alessandra Negrini e Caco Ciocler têm um química ótima com o resto do elenco e não cansam em nenhum momento do filme.

A trilha sonora chama atenção por fugir da regra “filme brasileiro, músicas brasileiras”, nada contra a música nacional, mas é muito bom ouvir Muse e 30 Seconds To Mars numa sala de cinema, não tem como negar.

Um dos recursos que irrita é o já citado uso de reviravoltas, que quase chega a ser um abuso. Em alguns momentos, não dá pra saber se o filme é descolado naturalmente ou se tudo é muito forçado, principalmente por parte do protagonista e a reta final do filme.

No geral, vale muito a pena, é nacional, é inovador, se arrisca com efeitos especiais e cenas de ação complicadas, tudo isso com muito sucesso. E serve para fechar um pouco a boca do povo que levanta a bandeira contra o cinema nacional. Todos devem conferir!

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

The Firm - 1x05 - Chapter Five

Don't worry about it. I got pretty damn good at doing puzzles in prison.
Tá legal, esse episódio foi meio chato. Ou a série é chata mesmo e eu não falo tão mal dela porque é meu guilty pleasure? O caso da semana foi chato e na história geral não aconteceu nada. Tipo, no flashforward do começo a polícia pega o cara na rua e no final deixam ele numa sala de depoimento da delegacia... UAU, HEIN!

E me irritou que a família do Mitch (esposa e filha) sabem do caso e são tipo best friends da Sarah, muito estranho. Nem teve Juliette Lewis direito e o namorado dela é muito canastrão com esse papo de “eu já estive na prisão”. Enfim, primeiro episódio que eu não gostei mesmo!

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

30 Rock - 6x04 - The Ballad Of Kenneth Parcell

I wish my first roommate hadn't died of old age!
Esse sim é um bom episódio de 30 Rock. Piadas rápidas, Liz enganada por Jenna, Kenneth sendo substituído por uma máquina, Tracy em depressão e escutando a própria fita da depressão. Eu sei que o Kenneth já cansou um pouco, mas foi muito bom!

E teve o começo com o trailer sacaneando esses filmes de romance com o elenco chamativo que saem todo ano. E MAIS!!! Teve a Emma Stone nesse trailer. Como não gostar? Podiam ter deixado o episódio da semana passada sem final e ficar só com esse porque foi genial como só 30 Rock consegue ser.

30 Rock - 6x03 - Idiots Are People Three!

My ringtone is the chicken dance. If I answer it, I won't hear the whole song!
Eu não entendi o motivo de passarem dois episódios sem relação de 30 Rock no mesmo dia, mas beleza. Esse foi melhor do que a primeira parte da semana passada, né? Mas não é a série em sua melhor forma.

Valeu a pena pelas incríveis participações especiais. Teve Will Arnett, Kelsey Grammer e o retorno da esposa do Don Geiss, enfim... Mas a gente já sabe que a Tina Fey tem ifluência pra isso e sabe usar muito bem.

Pelo amor de Deus, não estou parando de gostar da série, ela continua entre as primeiras colocadas da lista, mas esse e o episódio da semana passada foram meio que bons... Só bons. E 30 Rock não foi feita pra ser uma série “só boa”.

Parks And Recreation - 4x13 - Bowling For Votes

When I eat, is the food that is scared.
Leitor, larga The Office, larga The Big Bang Theory, larga Modern Family, larga até 30 Rock... Parks And Recreation acaba de se tornar minha comédia favorita no ar.

No meio de tantas séries forçadas, essa tá ali, desencanada, com Tom jogando boliche com as duas mãos e fazendo strike, com Chris tomando um fora da filha do cara que todo mundo odeia, com Leslie pesquisando a vida do cara que não quer votar nela só pra saber como agradar e organizando um evento de boliche só por causa dele.

Não que as outras comédias sejam ruins, longe disso, mas Parks é mais solta, que consegue fazer qualquer coisa sem ficar ruim, meio que perfeita. Dá uma chance aí... Por favor!

The Big Bang Theory - 5x14 - The Beta Test Initiation

Cut... Take 47...
O episódio podia ser inteiro com o programa sobre bandeiras do Sheldon com a Amy, né? Sério, foi muito bom. Tá bom que é o Sheldon sendo o Sheldon (o que todo mundo diz que já cansou), mas é muito genial. A história da lista com os defeitos do outro já rolou em Friends, né? Mas foi divertido ver Penny e Leonard juntos de novo, dessa vez dando certo, diferente do episódio anterior.

O problema tá no Raj, e não sei se é só nesse episódio. Ele tá há cinco anos com a mesma piada de não conseguir falar com mulheres, cansou demais e se tornou repetitivo, uma pena. E problema também que não deram uma história pra Howard e a noiva, né? Porque qualquer coisa seria melhor que Siri...

Episódio mais ou menos, a série voltou devagar nesse começo de ano e espero que não continue assim. Dói dizer, mas The Big Bang Theory já foi bem melhor.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Are You There, Chelsea? - 1x03 - Believe

I am a christian... And you are the devil.
A série tá melhorando, mas muita coisa precisa mudar pra que ela se torne sensacional. Evitar piadas que nem a do leite materno é essencial pra que a série cresça e meu medo maior é que o programa vire de uma piada só, tipo Joey.

A parte legal do episódio ficou com a Dee Dee, mesmo que a história de arranjar um namorada que já ficou com a amiga seja batida. A série diverte, mas, por enquanto, não dá pra ter compromisso sério nenhum com ela. Só espero que isso mude porque sinto, no fundo, que tem potencial escondido aí em algum lugar.

Touch - 1x01 - Pilot

The doctor says you're going to be bigger than me. How the hell's that going to work?
Eu não sei nem explicar essa série, motivo pelo qual estou escrevendo isso aqui um pouco desanimado, mas vamos lá... Touch é uma série sobre pessoas, totalmente sobre destino e com números. Não, eu não falo de Lost.

Tudo é completamente forçado pra se encaixar no final, esse vai ser a finalidade de todos os episódios, mas mesmo assim. O Jack Bauer não convence como pai “desnaturado” do garotinho meio autista nerd que “prevê” o futuro, ele tem que pegar uma arma, matar cinco caras em um episódio e torturar outros dois. O personagem do Danny Glover é o personagem mais clichê que existe e muito da série me lembra Presságio (o filme terrível com o Nicolas Cage).

Tenho uma coisa a dizer pra quem gostou: a série é do Tim Kring. É sério que vocês confiam nesse cara? Ele fez Heroes, gente. HEROES!

E a aberura tenta copiar a de Skins, mas fracassa.

House Of Lies - 1x03 - Microphallus

I would let a homeless schizophrenic rub my feet.

Eu paro pra analisar e juro que acho que esse episódio podia ser excelente, juro, melhor que os dois primeiros. Seria um ponto positivo mesmo que não seja um feito tão complicado. Mas aí o recurso de parar a imagem e falar com o espectador fica mais bizarro do que nunca e a bizarrice é levada a um nível desnecessário e extremamente bizarro.

Nem os dois coadjuvantes que costumam deixar tudo menos pior conseguiram cumprir o seu papel. O Doug fica com aquela história chata de ter saído com um travesti e a Kristen Bell tem o pé chupado por um cara com um micropênis enquanto o protagonista se diverte com a esposa do mesmo no andar de cima... Eu juro que essa cena existe no episódio, JURO!

A única coisa “legal” foi que fizeram os ganchos com histórias anteriores, tornando a trama uma coisa só, e que tudo deu errado no final, né? Mas aí tem a última cena no carro e o filho mala do protagonista... Só assisto porque é Showtime, só tem vinte minutos e não deve passar de 12 episódios por temporada, mas é difícil.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Alcatraz - 1x03 - Kit Nelson

They didn't beat you because of what you did. They beat you because of what you are.

Sério, que coisa ruim, esse episódio! Que coisa ruim, essa série. Ela é bem feitinha e só. Quiseram manter aquele clima mais pesado com a história nos flashbacks (o efeito de transição com as grades passando é cafona) e não deu certo!

Aí todos os presidiários voltam malvadões... E o Hurley é o “engraçado” de novo... E aquele cara da autópsia dançando no final? É pra parecer uma série descolada, né? Então... NÃO FUNCIONOU! Eu só vou continuar a assistir porque se melhorar depois, que nem Fringe, vou poder falar pras pessoas “gente, assiste que no episódio 12 melhora”. Mas se não melhorar...

E só eu acho que o avô da protagonista é tipo o Jacob?

The Firm - 1x04 - Chapter Four

I'm just talking hypotheticals, counsellor.

The Firm é a série ruim da temporada que me pegou. Mas nem é tão ruim, vai... A história principal só vai andar nos últimos três episódios pra chegar no que a gente vê nos flashforwards, mas não é tudo horrível... Eu acho.

O caso da semana foi bacana, mesmo que as 3 primeiras cenas no tribunal tenha sido EXATAMENTE iguais (a advogada conversa com a testemunha, depois ele faz umas cinco perguntas pra testemunha que quebram os argumentos da advogada e não chega à conclusão nenhuma, mas sai com um ar de “sou bonzão, aí”). Mas a série é bem feita, teve aquela cena cafona do final com o detetive no elevador (será que foi ele? será que não?) e não teve, ainda bem, aquele final com a música tocante, nem a filha chata. E a historinha da Juliette Lewis com vontade de casar foi bacaninha.

The Firm, tô te curtindo!

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Desperate Housewives - 8x12 - What's the Good of Being Good?

You're happy where you are. That's great. There's nothing wrong with being average.

Não teve Carlos de novo, isso é bom. E eu sei que pedofilia é uma história pesada, mas não gosto muito quando Desperate Housewives resolve pegar um pouco mais pesado no drama.

A história da Susan ir atrás da família do padrasto da Gaby nunca me agradou e juntar tudo foi muito forçadão, só serviu pra elas se livrarem de mais um problema em relação ao assassinato.

Gosto mesmo da Bree bêbada no evento da igreja, ficando com vários caras e resolvendo ser tudo de ruim que as pessoas têm falado dela. A parte da Lynette me desanimou um pouco, começo a concordar com o pessoal que acha que o Tom deve ser deixado pra trás. Mas teve Renee com o cabelo black e o cara de V (BEN, O NOME DELE É BEN), que foi legal.

Agora a temporada só volta no dia 12 de fevereiro e não sei mais o que esperar, mas isso é bom porque agora eu assisto tudo na pureza do coração e principalmente pela diversão.

As Aventuras de Tintim - O Segredo do Licorne

Poucos aqui devem saber do meu desprezo pelo cinema 3D, mas quando ouvi falar que o New York possúia a única sala 3D IMAX do Rio de Janeiro, decidi dar uma chance a novas experiencias com este formato.
Não apenas por isso, escolhi um filme que não iria me decepcionar mesmo que seus efeitos em 3D não fossem lá grandes coisas, fui assistir às aventuras do meu primeiro ruivinho, Tintin.
Acontece que, além da qualidade do 3D em uma tela IMAX ser bastante aceitavel, eu quase acreditei que os personagens da trama fossem pessoas de verdade.
É claro que sempre existirão o peso Steven Spilberg na balança dos justos, mas na minha concepção, todos somos humanos e cometemos erros, portanto até mesmo ele poderia comerter algum. Graças a Odin isso não aconteceu.
Além de nos fazer reviver essa deliciosa aventura da infância da maior parte das crianças dos anos 90, com a riqueza de detalhes como as vestimentas e os automóveis que costumávamos ver em 2d na televisão de nossas casa, a equipe foi capaz de recriar a abertura onde tudo se passa atraves de um jogo de sombras.
Eu, sinceramente, fiquei convencida que o cinema 3D deu um paço pra fora do normal deposi de assistir Tintin ganhar vida diante dos meus olhos.
Agora, para constar, o filme.

Mais uma vez o nosso querido jornalista Tintin cai de paraquedas em um caso não solucionado sobre a família Haddock e um barco chamado pela equipe de dublagem de Licorne( no título em ingles chamado de Unicorn, que traduzido seria Unicórneo) Após encontrar uma miniatura deste barco (caravela, nau, ou como preferirem chamar) em uma feira de rua, ele se ve pressionado por dois compradores que dizem dar um valo absurdo por aquela peça colecionável. Instigado por tanto interesse, Tintin resolve pesquisar sobre o barco, do qual ja sabia algumas coisas, que após seu cão Milu perseguir um gato dentro de seu apartamento, acaba estraçalhado no chão, perdendo uma pequena pecinha que rola para debaixo de sua mesa. Milu, quase humano, tenta alcançar o tubinho e acaba o empurrando ainda mais para baixo da mesa.
Enquanto Tintin vai à biblioteca pesquisar sobre a Nau, sua casa é revirada e, o chegar por lá, Milu o direciona até o pequeno tubo de metal, onde ele encontra um enigma.
E é aí que a história toma a força que estamos acostumados a ver nos quadrinhos e no 2d dessa aventura fantasiosa. Tintin encontra um dos herdeiros Haddock, Archibald Haddock, e em sua companhia, desvenda o mistério por trás daquele enigma.

Fui ver essa pequena peça de infancia com alguns amigos, dois deles disseram nem mesmo ter ouvido falar sobre Tintin antes do filme, e os outros mal se lembravam de detalhes como vestimentas e personagens do cartoon. Mas além destas pequenas lembranças visuais, existe a melhor lembrança de todas. Como uma criança brasileira, criada na companhia de personagens com vozes marcantes, dublados com muito carisma, assim que Tintin disse as primeiras palavra neste filem eu pude reconhecer sua voz. Sim, eu assisti dublado, pois era exatamente isso que queria atestar ao fazê-lo, a voz.
E se teve algo que realmente me deixou eufórica foi poder voltar a ouvir aquela voz da qual eu me lembrava.

Só tenho à parabenizar os produtores e artistas que me permitiram uma volta a infância de uma maneira tão completa e irresistível. Adorei. Talvez tenha sido o melhor filme do ano.
Obrigada.

domingo, 22 de janeiro de 2012

Podcast TV & Cine #001 - Aquele com a Teoria Tarantino

E o primeiro podcast oficial do blog está no ar!!!!!
Falamos de dublagem, o amor estragando a ficção, expectativas para 2012 e a Teoria Tarantino (?).
Sabemos que está longo, mas é de coração. Escuta aí e não deixe de comentar!

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sábado, 21 de janeiro de 2012

Seriaudio #002 - Once Upon a Time - 1x09 - True North

Igor Pinheiro (eu) e Ana Clara sobre o mais lento episódio da série até agora!!! E a gente só fala disso durante dez minutos, o resto é sobre a vida, destino, as relações econômicas da Turquia, BBBLuizaeCarlosNascimento e muito mais. (um dos itens é falso)

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Os Mercenários

Eu enrolei minha vida para ver esse filme, eu sabia que tinha Stallone eu sabia que tinha Li e Willis porem mesmo assim eu não queria ver, estava com um big medo de ser ruim. Mas tomei toda a coragem do mundo após o anúncio de The Expendables 2 e resolvi assistir. Eu esperava um grande filme e talz pelo que o pessoal comentava, e eu amo todos os caras que fizeram o filme e ele era um filme feito para lembrar a minha infância, lembrar o tempo dos brucutus e homens de verdade.
Desculpa se tem alguma fã do Edward de Crepúsculo mas o cara não chega nem perto do que é um homem de verdade, os bad boys que são legais e maneiros la no fundo. Eu sou da época de 90, onde filme de brucutu era o cool do momento, sim sessão da tarde era feita de comédia, aventura e filme de brucutu (poucas vezes), mas a tela quente essa sim era feita de filmes de brucutu. Para entender o porque da crítica ter amado esse filme e tanta gente ter vibrado é necessário voltarmos lá em 1994 (aproximadamente) onde não havia mais guerra fria, não havia 2° guerra mundial o novo tema era terrorismo. Para nós Brasileiros terrorismo não era nada ainda muito importante mas já era um medo dos americanos e como é costume, isso era combatido nos filmes.
O cinema e os quadrinhos são muitas vezes retratos dos medos da sociedade, em uma aula de geografia no pre-vest o professor nos mandou analisar os filmes do 007 e ele nos mostrou como cada um nos mostrava exatamente um época e um medo. Isso ocorre muito nesse tipo de mídia e eu realmente não sei dizer especificamente o porque, mas acho que é porque queremos expor o que sentimos e pensamos e essa é uma forma de expor certo? Voltando aos filmes de brucutu, nos anos 90 havia um grande medo das FARCS, ditadores da América Latina se rebelando, ataques terroristas, tudo isso era muito presente na cultura americana. Acho que falando isso e assistindo Expendables da pra sacar o que quero dizer né?  Se você ainda não chegou onde quero chegar deixa eu te mostrar o caminho, o X da questão é o seguinte, com tantos medos queremos nos ver fortes certo? Ai que entram os brucutus caras que batiam muito, não apanhavam, invencíveis, que derrotavam um exército com pouca munição e uma AK na mão mas na cintura porque mira não existia nessa época exemplo disso é o Rambo.
Explosões, tiroteio constante, o mocinho não ficar com a mocinha apenas haver aquela tensão sexual aprendi essa palavra lendo sobre batman hehe são características dos filmes dessa época, lutar pelo seus ideais, conflitos pessoais que poderiam prejudicar sua missão, sofrer por estar numa situação praticamente impossível de vencer com os seus recursos são outras características. Os filmes de brucutus eram os melhores nos anos 90, o típico filme masculino, com caras super fortes musculosos, chutando bundas, quebrando tudo, explodindo o que tivesse a frente. No entanto estamos no século XXI e isso foi deixado de lado, é o cinema mudou junto com a nova geração temos novos medos, novos ideias, e ai os brucutus aparentemente não se encaixavam mais seria necessários renová-los. Então criaram os "novos brucutus" chamo de novos porque na minha visão eles não são brucutus, mas ainda são os caras que descem o sarrafo em geral como o Li, Statham que fizeram filmes nessa nova geração, sem grandes explosões na maioria das vezes sem meter a arma na cintura e sair atirando, sem selva sempre,  agora tudo era mais elegante.
Por essas e outras que o filme é fantástico, sim ação é o que os filmes antigos de brucutus tem a oferecer, ação desenfreada do início ao fim com tudo que um bom filme de ação tem, grandes cenas de perseguição, coisas explodindo, muita adrenalina do início ao fim. Esses são alguns dos motivos da crítica e muitas pessoas terem amado tanto esse filme, claro que algumas pessoas acharam o filme ruim e a história muito fraca, mas temos que lembrar que já pelo título Stallone mostra que não quer fazer um filme de bilheteria quer fazer uma homenagem aos seus anos dourados e dos filmes de ação. O padrão que esse filme se baseia tem uma história simples onde há um objetivo e corremos o filme todo enfrentando mil problemas para cumprir esse objetivo e o secundário que se mostra no desenrolar do filme portanto não da para pedir uma história mirabolante até mesmo porque não há necessidade. Filme de ação é assim, fala pouco bate muito, portanto a história é sempre algo curto, pequeno e aceitavelmente convincente e The Expendables faz isso perfeitamente.
Uma coisa que eu li muito assim que o filme começou a gravar foi a contratação da Giselle Itié conhecida por atuar na novela Betty a Feia entre outras, neguinho falando mal demais disso e achando um absurdo. O filme foi lançado e continuaram metendo malho na garota falando que o inglês dela era péssimo e tudo mais, no entanto eu não achei ruim não, e outra ela não é americana no filme é uma nativa de uma ilha da America Latina então ela pode ter o inglês menos fluente da fase da terra ok. Na verdade eu achei ótimo o inglês dela ser aquele tipo inglês certinho de quem nunca viveu lá e só fez cursinho, na minha opinião deu mais veracidade a personagem. Sinceramente falam tanto dela quero ver fazer melhor, eu falo logo que eu não ia lembrar uma fala estando eu na frente do Stallone, meu irmão eu ia chorar de felicidade, medo, tudo junto porque ele é um mito e sempre será podem ter certeza.
Para finalizar o mais importante do filme que é você não precisa ler isso tudo que eu escrevi para saber que o filme é uma homenagem é reviver um tipo clássico de filme dos anos 90 se você é dos anos 90. Os diálogos eu diria que até Tarantino tem que tirar o chapéu pois mostram exatamente isso, pequenos diálogos com ironias e satiras sobre como eles eram grandes, famosos, os queridinhos do mundo nos anos 90 e como estão agora está por todo o filme. Pequenas frases que mostram a diferença dos filmes de ação de agora e de antigamente fazem você parar e pensar " esse filme é uma obra prima do cinema". Não meus amigos isso não é um exagero é exatamente o que o filme é um registro perfeito de uma década, é algo brilhante que eu nunca esperei o filme foi além das minhas expectativas. Recomendo que todos que tem uma pequena noção dos filmes de ação dos anos 90 assistam The Expendables e possam se sentir saudosistas. 
A única coisa que nos basta é esperar The Expendables 2 e poder sentir mais uma vez o gostinho de 1990 na nossa boca, e sentir vontade de correr para casa e assistir Die Hard (Duro de Matar), Terminator (Exterminador do Futuro), Universal Soldier (Soldado Universal), Bloodsport ( O Grande Dragão Branco) entre outros filmes que fizeram a alegria que uma geração e ainda delicia e diverte outra.

30 Rock - 6x02 - Idiots Are People Two!

Is it a stupid name like Dakota or Barack?

Que raiva de 30 Rock ter episódio com “to be continued...”, mas foi muito bom... Eu acho. A história do Tracy em greve com os idiotas depois de ter feito os gays se revoltarem foi muito boa. O que me cansou foi Liz com o namorado que não faz nada e Jack tentando arranjar os defeitos. (Criss, sem h e com dois s)

E a história das lâmpadas quebradas e Kenneth com medo do mercúrio também foi mais ou menos, Jenna é quem mandou muito bem nos dois episódios até agora. Quero que a temporada continue assim. O começo de temporada foi melhor que esse, mas, Tina Fey, nós confiamos em você!

sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

Parks And Recreation - 4x12 - Campaign Ad

Our friendship is over... No, it's not. It's not over. BFF. I love you forever.

A ideia da Leslie candidata parecia meio estranha pra mim no começo porque a série nem é mais sobre o que era a princípio, o departamento de parques. Mas e daí? Tem o vídeo da Leslie com todas as coisas que ela já fez, tem o Ron não gostando do Chris, Andy e April no hospital (mesmo que a idiotice do Andy tenha sido um pouquinho forçada demais nesse episódio)...

E, além de tudo, tem Paul Rudd como o concorrente da Leslie que se comporta como um garoto mimado de 13 anos, espero que ele continue. Isso que é comédia boa, o resto é Chuck Lorre...

Grey's Anatomy - 8x12 - Hope For The Hopeless

You killed our baby. You don't ever forget that!

Eu juro que comecei o episódio pensando que ia ser daqueles leves, que fazem mais rir do que mudar a história de um personagem. Quero dizer, acho que ninguém esperava aquele final, mas deixa eu falar de outras coisas antes.

Teve a participação especial da Nia Vardalos (Casamento Grego), que é incrível e tava com uma história legal, meio boba, mais legal. Teve a Loretta Devine, que sempre aparece quando o episódio é bom, a crise foi incrível e a cena com ela cantando My Funny Valentine foi bem tocante, acertaram. O caso do garotinho com o tumor na coluna também foi muito bom, mesmo com o final triste, e serviu pra todo mundo gostar ainda mais da Lexie, né? Ela tá muito sozinha.

Meredith em dúvida na hora de escolher a especialização foi muito Meredith mesmo, mas acho que já rolou esse diálogo sobre ela não se parecer nem um pouco com a própria mãe. E o final, Cristina e Owen com uma mega briga na frente de todo mundo durante a festa da Zola, eu imaginava que a história do aborto voltaria a qualquer momento, mas não com esse impacto. Parece coisa de novela, mas Shonda Rhimes não erra a mão com essas coisas e todos estavam sentindo falta de um bom barraco, né?

O próximo episódio é o da realidade alternativa, espero coisa boa, mas eu sei que Grey’s nem sempre é boa quando tenta fugir do padrão. Vamos torcer para que dê certo!

The Big Bang Theory - 5x13 - The Recombination Hypothesis - 100º Episódio

Live long and suck it, Zachary Quinto.

É sério que esse foi o 100º episódio de uma das comédias mais populares da atualidade? Não que exista uma regra, claro. Mas o 100º episódio de Friends é com Phoebe dando a luz aos trigêmeos do irmão, o de Grey’s Anatomy é com o casamento surpresa de Izzie e Alex, o de 30 Rock é duplo e genial, o de The Big Bang Theory é... Uma história que não passa da imaginação do Leonard, sério?

E nem as piadas salvaram, a maioria dos outros 99 episódios são mais engraçados, né? Duas ou três piadas do Sheldon salvam (a do jogo de cartas não é legal, leitor) e só. Erraram a mão, mas aí eu lembro que a série é do Chuck Lorre, né? Não dá pra ser boa direto...

Li algumas coisas por alto e vi que o pessoal tá gostando, então não sei se minha opinião é muito válida. Mas ainda acho que vacilaram...

Are You There, Chelsea? - 1x02 - Sloane's Ex

Is this your first time ever talking to a woman?

Então, no geral, a série é divertida e talvez a melhor comédia que estreou nessa temporada (esquece, tem 2 Broke Girls), mas o primeiro episódio foi um pouquinho melhor, né?

Mas a Laura Prepon e a Chelsea Handler são muito legais, sério. A história de saber qual das duas era melhor na cama com o mesmo cara foi meio ruim e acho que já vi antes, mas as duas fazem tudo funcionar. Acho que a graça se perdeu mais pelo resto do elenco, que ficou um pouco solto no episódio. A colega de apartamento estranha não teve tanta graça.

Infelizmente, começo a achar que corre risco de cancelamento, mas li que a audiência não está tão ruim. É esperar pra ver...

Modern Family - 3x13 - Little Bo Bleep

You yelled at my teacher for calling me special.

Usar a piada da criança que aprende a falar palavrão sempre funciona um pouco, né? Deu pra rir. E teve o Tobias de Arrested Development de novo... Sério, como não gostar?

Não sei se foi proposital, mas é muito boa a sacada de fazer um episódio em que a Claire é questionada sobre os defeitos que os fãs mais apontam nela, né? E o debate foi sensacional, todos muito bem e Ty Burrell não cansa de arrebentar.

A história da cachorra suicida foi um pouquinho forçada, mas tudo foi compensado com Gloria pulando de vestido na piscina. E ainda bem que Manny não teve história porque o garoto já virou malinha.

Ah, e bem merecido o prêmio de melhor série de comédia no Globo de Ouro, acho que só Enlightened e 30 Rock não me chateariam se ganhassem. Modern Family está de parabéns!

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Glee - 3x10 - Yes/No

Will you marry me?

Vocês juram que gostaram desse episódio? Sério? Odeio quando Glee tá meio caído e aí resolvem fazer um episódio “fofo” pra todos os fãs da série amarem tudo. Foi muito chato, muito meloso e começou com aquela versão de Summer Nights... Ah, Glee...

E aí eles pegam músicas super badaladas e fazem cover pra conquistar ainda mais a galera, né? Tudo bem que eu gosto de We Found Love e de Moves Like Jagger, mas vamos com calma, né? E o final, gente? Ela nem deve aceitar, mas pra que isso tudo? Por que Glee tá assim? É porque as partes mais importantes do elenco vão embora?

O próximo episódio é do Michael Jackson, tenho esperanças que seja bom, mas pode ser daqueles meio separados da trama, que só valem pela homenagem mesmo. E eu falo mal, mas é uma pena que a temporada esteja assim, eu gostei muito do começo dela e tinha esperanças de que Glee pudesse realmente voltar a ser boa, mas parece que não.

Alcatraz - 1x01 - Pilot & 1x02 - Ernest Cobb

Remember, this is Alcatraz. Things can always get worse.

Todo mundo já sabia que a série iria ser boa por ser do J. J. Abrams. Mas é bom lembrar que ele é o rei de “largar” as produções e deixar na mão de pessoas que não continuam o trabalho de forma tão boa, por isso prefiro o cara no cinema.

Tá legal, a trama é interessante. A história real da prisão de Alcatraz é que todos os prisioneiros e funcionários desapareceram misteriosamente, hoje eles estão retornando como se o tempo não tivesse passada e uma equipe quer pegar um por um... Já vi isso em The 4400 ou comparar é exagero?

Parece que o grande problema é que a série vai ser de um caso por dia, sem muita continuidade. Isso me desanima de forma absurda, mas vale lembrar que Fringe era pra ser assim e mudou bastante até o fim da primeira temporada. É torcer para que Alcatraz siga o mesmo rumo.

E tem o Jorge Garcia, que apesar de tudo, é engraçado. O elenco inteiro é bem legal, na verdade, até os prisioneiros. Vou continuar a assistir esperando que uma história maior se desenrole, que todos os casos da semana não sejam iguais (mas isso é bem possível) e que seja uma série muito boa, que todo mundo fale sobre, sinto muita falta disso desde que Lost (mesmo com todas as luzes e idas para céu) se foi.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Smash - 1x01 - Pilot

What a voice!

É tão bom quando você assiste alguma coisa sem muita expectativa, mesmo sabendo que vai ser boa, e aí você surpreende de uma maneira tão positiva. É por isso que eu gostei de Smash. É muito melhor do que todo mundo imaginava, juro.

O elenco é genial, a parte musical tem sentido (não estou falando mal de Glee) e o episódio te prende muito. Nem a previsibilidade do lance do vídeo na internet me irritou. A ideia do espectador ficar dividido entre as duas candidatas ao papel de Marilyn Monroe é muito bem é bem utilizada, você se envolve com a história. Fora que é bem escrito, a história avança na velocidade certa e uns diálogos espertinhos e rápidos acontecem o tempo inteiro, o que não é todo mundo que sabe fazer.

Todo mundo espera uma comparação com Glee, mas é impossível. Você percebe isso nos primeiros minutos do episódio. Não que uma seja melhor que a outra, só não dá pra comparar mesmo (Smash é bem melhor). Só que daqui a pouco aparecerão uns fãs malas de musical adolescente pra "detonar" com a série, é claro.

Mas vamos esperar fevereiro, quando a série começa pra valer, e ver o que Smash pode nos oferecer. Aliás, aquele promo da temporada que passa no fim do episódio é sensacional, né? Deixa qualquer um empolgado.

E a Debra Messing é ótima, né?

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

American Horror Story - 1x12 - Afterbirth


Ryan Murphy nos enganou de novo. Por onze episódios acompanhamos uma trama que pretendia ser uma das primeiras tentativas a levarem o horror psicológico ao mainstream das séries de televisão. O que prometia trazer um desfecho surpreendente para a família Harmon acabou sendo um episódio cheio de furos e tramas desnecessárias e esquecíveis.

Vivien tocando violino nos primeiros dias de seu pós-vida na sala de estar? Constance dando uma passada no salão de beleza depois de três anos pra bater um papo tranquilo com sua colega cabelereira? Que relevância isso trouxe pra série? A primeira metade do episódio foi divertida, achei que a família nova estava ali para ser uma diversão antes da tempestade, mas foi só aquilo mesmo. Teve Natal, teve o momento "vamos dar tchau pra todos os espíritos da casa" e teve o bebê matando a babá, o que não faz sentido, já que a gente não vai mais ver ele (ou vai?).

Se parar pra pensar, essa série é uma mistura de tudo que teve de ruim em outras séries. Olha só, tem gente morta ou que pode estar morta e você não sabe ainda (como Lost), tem bebê que é assassino ou pode ser psicopata por causa da genética (como Dexter), ou seja, a gente não tem certeza de nada, e isso não é bom. 

O bacana das séries é acompanhar o desenvolvimento dos personagens e os traços diversos de suas personalidades, e quando, após acompanhar uma história que é fechada em 12 episódios, você percebe que tudo isso pode ser espremido em um filme de terror genérico de 2 horas, fica evidente que não é bacana ficar na mão dos roteiristas pra saber se você gosta de assistir aquilo ou não.

Nos vemos no final do ano, American Horror Story. Se trouxerem os Harmon de volta, que seja para fazer jus à proposta digna que vocês tinham estabelecido, pelo contrário, nos tragam personagens que prestem com atores bons que honrem a marca FX e nos façam querer voltar no ano que vem.

House Of Lies - 1x02 - Amsterdam

Is somebody making cookies?

Então, esse episódio foi melhor que o primeiro até a cena em que o cara que era ótimo em Parks and Recreation é desafiado a mostrar como pegaria a modelo. Sério, aquilo foi ridículo, não foi descolado e bacana que nem a série finge que é.

Mas tem a Kristen Bell, que é ótima. A história do “encontro” que na verdade era uma proposta de emprego foi bem legal, mesmo com o desfecho meio clichê. E o personagem do Josh Lawson também é muito bom, só gosto dois. Como lidar com uma série em que a parte mais legal não é tão relevante no episódio?

O personagem principal, pra mim, continua sem carisma nenhum e a história do filho dele não é legal, sem preconceitos. O caso da semana foi OK, a conclusão foi fraca e parece que vai ser sempre assim, né? Acho que gostei mais do primeiro episódio, vamos ver no que vai dar...

Game of Thrones

Me senti na necessidade de falar sobre Game of Thrones pois é uma série fantástica tanto de livros como a série televisiva em si, e claro ela mantém a minha teoria de que o que a HBO coloca as mãos é qualidade na certa. Antes da série ser lançada eu nem sabia da existência dos livros e eu não sou a pessoa que mais acompanha sites sobre séries portanto não sabia de seu lançamento, eu estava em um Sábado sem nada para ver e já haviam sido lançados 3 episódios de Game of Thrones e resolvi assistir já que estava uma loucura na comunidade das séries falando que era ÉPICO. Sentei para assistir despretensiosamente e no entanto me apaixonei, um porque as interpretações estão ótimas no entanto para esse tipo de série não adianta estar apenas muito boa a interpretação, tudo tem que ser visto nos mínimos detalhes como as locações, vestimentas.
Sinceramente uma das coisas que eu mais gostei foram as locações e caracterizações como o trono de ferro, eu acho uma das coisas mais lindas do mundo, e depois de ler o livro a caracterização dele feita pela HBO ficou muito boa mesmo. Os personagens são um caso a parte também, todos muito bem construídos e houve todo um cuidado para serem fieis aos do livro visualmente e em atitudes. A série tinha que levar todos os acontecimentos do primeiro livro portanto foi pouco tempo para tanta coisa no entanto a narrativa muito similar a dos livros, onde mudança de narrativa para outro personagem era constante fez com que a história de cada um pudesse ser contada. Mas para mim o principal foi a morte de Ned Stark pelo fato de que no início você acha que ele é o personagem principal da série e ai "TCHAN" o cara morre como traidor de seu melhor amigo. Sei lá, é muito bom ver escritores ousados que tem coragem de matar seus melhores personagens apenas para deixar a história mais rica e interessante e imprevisível.
Um dos fatores mais interessante da série para mim é que a ação, a violência não ficam em primeiro plano e sim a manipulação, as tramoias, os joguinhos políticos. Sério eu nunca sabia quem era quem, em quem podia confiar e o segundo livro é melhor ainda então espero que a HBO, roteiristas e atores façam um bom trabalho nisso. Vou tentar falar pouco para não liberar spoilers sobre o segundo livro em diante pois já li quase todos os 5 que lançaram. Eu li em um blog que Game of Thrones tem o maior elenco já visto em séries de TV, ainda mais porque a cada só aumenta o número de novos nomes no elenco portanto estou muito ansiosa pelo que esta sendo preparado. Ainda mais porque essa segunda temporada aparentemente vai pedir muito da interpretação, principalmente dos atores mais jovens, o meu único medo para essa segunda temporada é muita gente e pouco tempo para desenvolver bem os personagens. Mas creio que se bem feito mesmo com esse elenco GIGANTESCO é possível desenvolver sim um bom roteiro dando a atenção necessária a cada personagem.
A HBO está gastando sem dó em Game of Thrones pois vão ser necessárias N instalações para serem os sets de gravação pois após a morte de Ned Stark cada personagem antigo ira para um lugar fazer o que acha certo, e os novos também estarão se movimentando. Outro fator que aumento as locações é que alguns trechos do 3° livro e personagens do 3° livro já irão aparecer nessa segunda temporada. Para essas séries que irão voltar eu recomendo a todos assistirem essa segunda temporada de Game of Thrones que promete ser muito boa.
No fim há uma grande expectativa para essa segunda temporada de Game of Thrones, teremos provavelmente batalhas sendo travadas, mais ação pelo que parece, mais traições e tramoias. Com todo esse esforço para novos atores e fidelização aos livros podemos esperar uma ótima interpretação de todos e quem sabe mais prêmios no globo de ouro se tudo der certo. Não há muitas noticias na internet para especularmos, apenas pequenos vídeos dos sets porem mesmo assim tudo aponta para um bom ano em Game of Thrones.

2 Broke Girls


A série 2 Broke Girls é bem divertida não chegando a ser fantástica mas é boa para se assistir sempre que se quer garantir boas risadas, a série está no padrão falemos besteirol e frases preconceituosas com muita ironia e sarcasmo, portanto se você não gosta desse tipo de humor nem assista ou você vai odiar a série. Algumas coisas são bem caricatas na série mas tudo na medida certa não chegando a ser enjoativa as caricaturas.
Para mim as personagens principais são ÓTIMAS e bem engraçadas no entanto os secundários não ficam atrás e fazem só pontas, todos eles são fantásticos principalmente o Earl um Russo da época que a Máfia Russa era dona do restaurante. Claro que como não é nem de perto uma série para crianças tem muitas piadas adultas com conotações sexuais ou que falem de usar ou não drogas então claro deixe seus pequeninos verem tendo noção disso. A história da série é bem banaca já que temos Kat Dennings (Defendor) fazendo Max a garçonete pobre que está satisfeita em apenas viver sua vida de pobre e em contra partida a ela temos Beth Behrs fazendo Caroline uma garotinha rica que o pai foi preso e se tornou pobre do dia para a noite. As duas por N motivos e muita encheção de saco perseverança de Caroline se juntam para abrir uma empresa de Cupcakes coisa que Max é muito boa em fazer mas vende só por vender na lanchonete que as duas trabalham. Acho que o melhor da série são os momentos 'SÉRIOS" da série onde vemos lições de morais típicas de filmes infantis com, seja leal, não abandone seus amigos e o mais legal é como uma piada ridícula e pesada acaba com esse momento ou a ironia da Max.

Não estou falando que é "A" sitcom do ano, mas gente é legal de ver e se divertir com Max e Caroline sem noção total, os momento Nova Pobre da Caroline achando divino os Cupons ou o Brechó não tem preço. As falas muito Guetto Girl da Caroline também são hilárias fazendo dela a patricinha menos patricinha que eu já vi na minha vida, e as perguntas dela quando chega na casa da Max tipo "Cade a sua empregada? Você não tem um ofurô no seu banheiro?". No fim e generalizando a série é boa e recomendada sim, com suas pitadas de drama e seriedade na medida certa mas sempre sendo uma comédia assumida. Com personagens bem desenvolvidos e engraçados a série pode conseguir cativar vocês com o seu descomprometimento com qualquer coisa apenas indo lá e se apresentando uma vez por semana para nós. Eu espero que a série ganhe uma segunda temporada pelo trabalho bem feito da equipe e que os atores possam melhorar mais ainda em suas atuações me fazendo rolar de rir com todos os seus momentos sem noção e que o amor NUNCA apareça para destruir essa bela série né Igor?

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Desperate Housewives - 8x11 - Who Can Say What's True?

Have you ever taken the bus at 1 o'clock in the morning, Renee? It makes you stop believing in God.

A série vai acabar e ninguém pode fazer nada pra mudar isso. Está decidido. Quem acompanhou a série e não gosta do que vê na temporada final até agora só tem uma coisa a fazer: aceitar. Eu fiz isso e encontrei um episódio bacana, de um programa que talvez já tenha ficado por um tempo na minha lista de 10 seriados favoritos.

É claro que a história da Susan indo atrás da família do pedófilo foi um horror e meio previsível, mas quem se importa? Teve Bree se aventurando como nunca, experimentando “one night stand” e se tornando uma frequentadora de bares. Teve Lynette tentando “ocupar” o lugar do Tom e ensinando sobre administração e economia pra Gaby, que tentou usar tudo no jantar de negócios e perdeu as anotações. Foi muito divertido.

E deu pra aguentar a história do Mike, a história do vizinho novo (que eu nunca lembro o nome, mas era de V) e ficar curioso com a história da carta. É isso, aceitar o que a série tem pra oferecer nessa reta final sem reclamar de todo o resto.

Ah, e nem teve Carlos nesse episódio, sério, para de reclamar aê!

The Firm - 1x03 - Chapter Three

Boundaries? That's not a word you use in a law firm. That's a word you use in couples therapy.

A série manteve o nível. Nem sensacional, nem horrível, mas legal e assistível. Só que eu achei meio repetitivo essa situação de descobrir uma coisa que vai contra o próprio cliente e não poder fazer nada no tribunal. A história principal quase não andou, mas os flashes do futuro são bacanas.

A parte insuportável do episódio ficou com a filha mala e a história com a cola da menina popular no colégio. Sério, que menina chata. E tem a Juliette Lewis, que é sempre muito divertida, só que eu acho que muita gente não gosta da atriz.

Li que a série pode ser renovada mesmo com a audiência baixa, o que eu não sei se acho tão bom. Podem acabar inventando demais para que a série continue, talvez seja uma história boa para se fechar com poucos episódio e pode dar certo, mesmo com um cancelamento.

E o final com musiquinha sentimental? É uma coisa meio Cold Case, né? Pena que não faz sentir tanto, mas é divertido.

sábado, 14 de janeiro de 2012

Grey's Anatomy - 8x11 - The Magic Moment

You get to a point in your life when you realize you have more yesterdays than tomorrows.

Depois de um episódio muito impactante, Grey’s Anatomy consegue fazer um em que a trama geral quase não anda, mas não deixa de ser bom e até mesmo tenso.

A “briga” entre as equipes durante o ensaio da cirurgia de separação dos bebês siameses foi bem legal e o colocar as músicas clássicas em certos momentos do episódio funcionou muito bem na intenção de comparar a cirurgia com um recital, um grande espetáculo.

A história da Teddy e a aceitação da morte do Henry foi um pouco repetitiva e forçada, mas emocionou. E como o Alex caiu naquele papo de “eu estou velho demais pra isso” do Richard, sério. Muito dó da Lexie sozinha e a Bailey... Quem tá ligando pra história da Bailey mesmo? Mas a história do foco foi engraçada, OK. E Meredith e Derek, depois de tanto sofrimento, merecem mesmo todas as cenas de fofura em que estão com a Zola.

Como Grey’s não é nada sem música, escuta Life Boat, da banda Early Morning Rebel, muito boa. Agora resta aguardar mais episódios com uma ansiedade em especial pro da realidade alternativa! Quero ver logo isso aí...

sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Parks And Recreation - 4x11 - The Comeback Kid

Ann, don't listen to your head or your heart, just look at my eyes and say "yes".

Parks And Recreation voltou com um dos melhores episódios da quarta temporada, talvez até da série. Devo ter chorado de tanto rir e voltei a cena com todos na pista de hóquei umas três vezes.

Separado da história principal, o Adam Scott teve sua melhor atuação na série, Ben deprimido em casa e fazendo qualquer coisa pra se distrair é insuperável. E deu pra rir de tudo, o tapete pela metade do Tom, o palco pequeno do Ron... CARA, o cachorro de três patas e a Leslie dançando break! Que episódio bom!

Mas como viver num mundo em que essa série perfeita e, sei lá, Work It são consideradas séries de comédia. Como julgar? Mas Parks And Recreation tá aí pra durar, e esse episódio é a prova perfeita disso.

¡Rob! - 1x01 - Pilot

I'm visiting from Mexico for the weekend... I'm not leaving.

Eu juro que esse foi um dos piores pilotos que eu já assisti na minha vida! Nunca fui muito com a cara do Rob Schneider, mas fui ver a série com a maior votade possível... Não dá.

Rob é um recém-casado que conheceu a mulher 6 meses antes da cerimôia. No primeiro episódio, os dois precisam contar para a família dela que estão juntos. Já tá ruim até aí, mas aí você descobre que a mulher é de uma gigante família mexicana completamente forçada e estereotipada.

O programa deve ter sido aprovado só por levar o nome do comediante. Não tem um piada boa e não ri em nenhum momento do episódio (porque é possível rir de piadas ruins). Rob Schneider, meu amigo, volta pro cinema porque lá você manda um pouco melhor. Larguei no primeiro episódio.